domingo, 15 de julho de 2007
O Destino da Terra
sexta-feira, 15 de junho de 2007
Phobos e Deimos
O satélite Phobos é o que mais se aproxima do planeta que ele orbita. Ele possui uma distância de 9.400km, em média, do centro de Marte, essa distância é muito baixa para uma órbita síncrona, isso causa uma lenta aproximação do satélite com o planeta, cerca de 1,8m por século. Cálculos dizem que dentro de 50 milhões de anos, Phobos pode cair em Marte, ou pode ser destruído pela força da maré, assim formando um fino anel em volta de Marte.
Para um observador situado em Marte, Phobos surge no oeste e se põe no leste. O período de revolução do satélite ao redor do planeta dura 7,7 horas, menos que a duração da noite no planeta.
- Texto Agnes
Na mitologia, Deimos, ao lado de seu irmão Phobos, antecipavam seu pai nas guerras, assolando seus adversários com Medo (Phobos) e Terror (Deimos).
Deimos no mundo real, não se trata do filho de um deus, e sim, de um satélite natural que tem sua órbita ao redor do planeta Marte. Deimos possui diversas crateras e a maior delas possui 2,5 km de diâmetro. Ele também não possui desfiladeiros ou cordilheiras.
O satélite sofreu diversos impactos de meteoritos. Porém baixa gravidade de Deimos não deixou que se depositasse na superfície. Provavelmente a violência dos impactos fez com que esses materiais alcançassem velocidades superiores à velocidade de escape do satélite e eles se perderam no espaço.
Tanto Phobos quanto Deimos possuem um grande depósito de Regolito – De acordo com o dicionário Aurélio: camada superficial desagregada proveniente da ação das interferies, que recobre a rocha fresca e cuja a espessura varia de alguns centímetros a dezenas de metros – Os especialistas estimam que a espessura do depósito de Deimos seja de 10m e o de Phobos de 100m.
A origem provável dos satélites é o cinturão de asteróides entre as órbitas de Marte e Júpiter. Eles parecem ter sido rotulados por Júpiter e capturados pela gravidade de Marte.
- Texto Gabriel
Fonte: http://www.uranometrianova.pro.com/astronomia/AA004/Phobos&Deimos.htm
Fonte: Dicionário Aurélio
As duas fontes citadas acima correspondem aos textos de Ligia, Agnes e Gabriel.
Phobos ("FOH bus") é a maior e a mais interna das duas luas de Marte. Phobos está mais perto do seu planeta que qualquer outra lua do sistema solar, menos que 6.000 km acima da superfície de Marte. Ela é também uma das menores luas do sistema solar.
órbita: 9378 km do centro de Marte
diâmetro: 22,2 km (27 x 21.6 x 18.8)
massa: 1,08e16 kg
Na mitologia Grega, Phobos é um dos filhos de Ares (Marte) e Aphrodite (Vênus). "phobos" é a palavra grega para "medo" (a origem de "fobia").
Descoberta em 12 de Agosto de 1877 por Hall; fotografada pela Mariner 9 em 1971, Viking 1 em 1977, e Phobos em 1988.
Phobos orbita Marte abaixo do raio de órbita síncrona. Assim, ela nasce no oeste, cruza rapidamente o céu e morre no leste, geralmente duas vezes ao dia. Ela está tão próxima à superfície que ela não pode ser vista acima do horizonte de todos os pontos da superfície de Marte.
E Phobos está condenada: por sua órbita estar abaixo da altitude síncrona as FORÇAS GRAVITACIONAIS estão baixando a sua órbita (atualmente cerca de 1,8 metros por século). Em aproximadamente 50 milhões de anos ela irá se chocar com a superfície de Marte ou (mais provavelmente) se destruirá, virando um anel. (Este é efeito oposto ao de subir a órbita, que está acontecendo com a nossa Lua.)
Phobos e Deimos podem ser compostos de rocha rica em carbono. Mas suas densidades são tão baixas que eles não podem ser de pura rocha. Elas são mais provavelmente compostas de uma mistura de rocha e gelo.Ambas têm uma grande quantidade de crateras. Novas imagens da Mars Global Surveyor indicaram que Phobos é coberta com uma fina camada de poeira, cerca de um metro de profundidade, similar ao regolito da Lua da Terra.
A espaçonave Soviética Phobos 2 detectou uma tênue mas contínua emanação de gases em Phobos. Infelizmente, a Phobos 2 morreu antes que pudesse determinar a origem do material; e a melhor possibilidade é a água.
A mais proeminente estrutura em Phobos é a grande cratera chamada Stickney, o nome de solteira da esposa de Hall. Como a cratera Herschel de Mimas (em uma escala menor) o impacto que criou a Stickney deve ter quase destruído Phobos. Os sulcos e linhas na superfície são também provavelmente causados pelo impacto da Stickney.
Acredita-se que Phobos e Deimos foram asteróides capturados. Existe alguma especulação de que elas tenham sua origem fora do sistema solar ao invés de virem do cinturão de asteróides.
Phobos e Deimos podem algum dia ser usadas como"estações espaciais" para estudar Marte ou como parada intermediária para chegar ou partir da superfície de Marte; especialmente se for confirmada a presença de gelo.
Deimos
Deimos ("DEE mos") é o menor e a mais externa das duas luas de Marte. É um das menores luas conhecidas no sistema solar.
órbita: 23,459 km do planeta Marte
diâmetro: 12.6 km (15 x 12.2 x 11)
massa: 1.8 e15 kg
Na mitologia grega, Deimos é também um dos filhos de Ares e Afrodite; "deimos" é a palavra grega para "pânico" .
Descoberta em 12 de agosto de 1877 por Hall, fotografada pela Viking 1 em 1977.
Deimos e Phobos provavelmente são asteróides perturbados por Júpiter para órbitas que lhes permitiram ser capturados por Marte.
- Texto de Elisa
Fontes:
http://www.uranometrianova.pro.br/astronomia/AA004/Phobos&Deimos.htm
http://www.ciencia-cultura.com/Astronomia/marte01.html
http://www.astrosurf.com/carreira/obs2005_10.html
http://www.martefusion.hpg.ig.com.br/as_luas.htm
quarta-feira, 30 de maio de 2007
A Vida das Estrelas
A temperatura do centro da estrela vai aumentando conforme seu combustível nuclear é queimado, provocando uma expansão da estrela, chamada de Gigante Vermelha.
Daqui a 6,5 bilhões de anos, o Sol entrará nessa fase e engolirá Mercúrio, Vênus e Terra, chegando perto de Marte.
A morte das estrelas é de acordo com a sua massa. Se ela for oito vezes menor que a do Sol se esfria lentamente. Então torna-se uma Anã Branca, que libera alguns gases que formam uma Nebulosa Planetária. As Anãs Brancas podem ser aproximadamente do tamanho da Terra, porém com a massa parecida com a do Sol, o que significa que elas são muito densas e possuem muita gravidade.
Durante a sua vida a estrela produz novos elementos, liberando energa. Porém para produzir um elemento pesado como o ferro, consome-se energia. Temperatura é extremamente ligada a energia, então a estrela resfria-se rapidamente, fazendo com que as moléculas do Sol se agitem pouco, então a pressão cai. Sem a força do movimento das moléculas para concorrer com a gravidade, os elementos da estrela são atraídos com muita força para o núcleo, agora de ferro, e por encontra-lo sólido, quicam e são lançados para o espaço. Esse fenômeno é conhecido como Supernova. Com a energia gerada pela explosão são produzidos elementos mais pesados do que o ferro. Os gases que foram liberados dão origem a nebulosas que podem até gerar novas estrelas.
O futuro do que restou do núcleo depende mais uma vez da sua massa. Se ela for 2 ou 3 vezes menor do que a do Sol, se tornará uma Estrela de Nêutrons, e se for maior virará um Buraco Negro.
-Texto de Ligia
Uma estrela de neutrons é uma estrela inimaginavelmente densa, muito pequena, que é composta principalmente de neutrons firmemente reunidos.Uma estrela de neutrons típica tem, aproximadamente, 3 vezes a massa do Sol mas um raio de, apenas, 10 quilômetros.
Este corpo difícil de ser observado tem uma atmosfera fina de plasma de hidrogênio superquente e uma crosta. Ela tem um diâmetro de, aproximadamente, 5 a 16 km e uma densidade de, aproximadamente, 1015 g/cm3. De acordo com os astrônomos um cubo de açúcar de material de uma estrela de neutrons, trazido para a Terra, pesaria tanto quanto toda a humanidade, e uma colher de chá de uma estrela de nêutrons pode pesar um milhão de toneladas.
Uma estrela de neutrons é a região central implodida de uma estrela de grande massa e que foi produzida por uma explosão de supernova. Sob enormes forças gravitacionais, os elétrons foram comprimidos dentro de prótons e produziram neutrons.
Ela tem uma massa típica de 1,4 vezes a massa do Sol, um raio de, aproximadamente, 8 quilômetros e a densidade de um neutron.
-Texto de Elisa
As estrelas com massa estupidamente grandes, quando morrem se transformam em buracos negros.
Mas afinal o que é um buraco negro, que instiga a nossa curiosidade?
Eles são resultados da explosão de uma estrela com muita massa. A força gravitacional é tão descomunal que nada pode impedir que sua matéria caia indefinidamente até o centro.
Próximo do buraco negro o campo gravitacional é muito intenso. Para se ter uma idéia, existe uma certa distância do buraco negro, chamado horizonte de eventos, onde nada pode sair, incluindo luz!
A atração gravitacional fora do horizonte de eventos é a mesma que outro corpo com a mesma massa exerceria. Porém, essa atração aumenta sem limites a medida que ele suga material próximo. Desta maneira, um único buraco negro pode conter a massa de milhões de estrelas.
Os buracos negros só podem ser vistos graças a matéria que é sugada por ele, que começa a girar muito rápido em torno do buraco negro, formando um disco que emite luz. Se não fosse por isso, não o veríamos, pois ele sozinho não emite luz.
Porém, para melhor explicação sobre estes fenômenos, seriam necessários conhecimentos físicos e químicos mais aprofundados, dos quais o grupo não possui. Além do fato de que esses fenômenos ainda estão sendo estudados, e intrigam muito os cientistas
-Texto de Gabriel

terça-feira, 15 de maio de 2007
A Ave Mitológica Fênix
A fênix é uma ave da mitologia grega, egípcia, mas também do folclore japonês, chinês e outros. Da mitologia grega diz Herótodo: "Eu mesmo não a vi, exceto pintada. Parte de sua plumagem é de ouro e parte carmesim; quanto ao seu formato e tamanho, são muito semelhantes aos de uma águia".
Temos visões diferentes sobre a fênix, como por exemplo a de um historiador filosófico: "No consulado de Paulo Fábio, a milagrosa ave conhecida no mundo pelo nome de fênix, que havia desaparecido há longo tempo, tornou a visitar o Egito. Era esperada em seu vôo por um grupo de diversas aves, todas atraídas pela novidade e contemplando maravilhadas tão bela aparição. (...) O primeiro cuidado da jovem ave, logo que se empluma e pode confiar em suas asas, é realizar os funerais do pai. Esse dever, porém, não é executado precipitadamente. A ave ajunta uma certa quantidade de mirra e, para experimentar suas forças, faz frequentes excursões, carregando-a nas costas. Quando adquire confiança suficiente em seu próprio vigor, leva o corpo do pai e voa com ele até o altar do Sol, onde o deixa, para ser consumido pelas chamas odoríferas." -Texto de Agnes. -Fonte: O Livro de Ouro da Mitologia, de Thomas Bulfinch, Editora Ediouro.
O grupo escolheu a fênix para nos representar devido ao seu significado para os gregos, chineses, egípcios e cristãos. Segundo a lenda, a bela ave construía uma pira de ramos de canela, sálvia e mirra quando sentia-se próxima da morte e se queimava em suas próprias chamas. Das cinzas nascia outra fênix, que levava os restos de seu antecessor num ovo de mirra à cidade egípcia Heliópolis, onde os colocava no Altar do Sol. Acreditava-se que estas cinzas eram tão poderosas que seriam capazes de ressuscitar os mortos. O imperador romano Heliogábalo tentou comer carne de fênix para alcançar a imortalidade, mas enviaram-lhe uma ave-do-paraíso no lugar da desejada. O imperador a comeu, porém foi assassinado pouco depois.
No cristianismo a fênix tornou-se símbolo popular da ressurreição de Cristo, que morreu crucificado na sexta-feira santa e voltou a vida no domingo de Páscoa.
Estudiosos acreditam que a lenda tem origem oriental e foi adaptada pelos sacerdotes do Sol de Heliópolis como representação do Sol, que morre e renasce diariamente. A fênix simboliza também a imortalidade, esperança e vida após a morte.
-Texto de Ligia. -Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%AAnix
Pelo fato do nosso blog tratar do assunto de astros, nós escolhemos a fênix para nomeá-lo, pois representa o Sol que "nasce e morre" todos os dias, em um longo ciclo.
sábado, 28 de abril de 2007
O Sol